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Tarifas públicas iniciam ano com queda PDF Imprimir e-mail
Pesquisa do Dieese mostra que, em Curitiba, os preços administrados recuaram 0,69% em janeiro.    A gasolina, cujo preço disparou neste início de semana, foi o item que mais contribuiu para a queda dos preços administrados em Curitiba em janeiro. Conforme dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o combustível ficou 4,12% mais barato, com o preço médio do litro passando de R$ 2,524 em dezembro para R$ 2,42 em janeiro. Resultado: o custo das tarifas públicas ficou 0,18% menor. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos, regional Paraná (Dieese-PR), em parceria com o Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR).  

Com o resultado de janeiro, a cesta de tarifas públicas de Curitiba acumula nos últimos 12 meses - (fevereiro de 2006 a janeiro de 2007)-, queda de 0,69%. “Nesses 12 meses, os preços administrados ficaram estáveis, enquanto a inflação beirou os 3%”, comparou o presidente do Senge-PR, Ulisses Kaniak.

Apesar da deflação, os preços administrados seguem pesando no bolso do consumidor. Enquanto em 1994 as tarifas públicas respondiam por cerca de 16% do orçamento familiar, hoje elas representam 32%. “Se a tendência de 2006 prosseguir - com as tarifas públicas abaixo da inflação - pode ser que elas comprometam menos o orçamento”, observou o economista Sandro Silva, do Dieese-PR. Em janeiro, o custo médio dos serviços públicos para uma família curitibana foi R$ 483,46.

A queda no preço da gasolina em janeiro na comparação com dezembro se deve especialmente à redução da margem de lucros dos revendedores, segundo a pesquisa do Dieese-PR e do Senge-PR. Enquanto em dezembro a margem era de R$ 0,37 por litro (17,40% de lucro), em janeiro passou para R$ 0,28 (13,40%) - ou seja, queda de quase 24%. “Apesar dessa queda, a margem é maior que o histórico de Curitiba, que é de 10%”, apontou o economista.

Conforme dados da ANP, postos de Curitiba vinham revendendo gasolina com preço abaixo de custo. “Em janeiro, com a redução do consumo, os postos tiveram que vender a gasolina pelo preço próximo ao da distribuidora para saldar dívidas”, comentou. Nas distribuidoras, o preço médio da gasolina em janeiro era R$ 2,13, mas em Curitiba era possível encontrar até a semana passada o litro por R$ 2,07.

Na comparação com outras 15 capitais pesquisadas pelo Dieese, Curitiba registrou a terceira maior queda no preço da gasolina (-4,12%). A maior queda ocorreu em Goiânia (-7,06%) e o maior aumento em Vitória (5,69%). Em janeiro, Curitiba tinha a terceira gasolina mais barata entre 31 municípios do Paraná pesquisados. A mais cara foi encontrada em Castro (R$ 2,62) e a mais barata em Maringá (R$ 2,41).

Itens

Além da gasolina, outro item que contribuiu para o recuo dos preços administrados em janeiro foi o gás de cozinha, com queda de 0,78% - a maior redução entre as 16 capitais pesquisadas. Em Curitiba, o preço médio do botijão de 13 quilos era R$ 30,59 em janeiro. O álcool combustível e o óleo diesel, apesar de não comporem a cesta de tarifas, também registraram queda nos preços - de 0,26% e 0,06%, respectivamente.

Por outro lado, o pedágio registrou aumento de 0,27% - reflexo da alta praticada pela concessionária Ecovia, desde o dia 4 de dezembro. O transporte coletivo também registrou aumento, de 0,85%, por conta do maior número de dias úteis em janeiro.

Fevereiro

Para fevereiro, a previsão é que os preços administrados permaneçam estáveis. “Vai depender do preço da gasolina. Se continuar neste patamar alto (aproximadamente R$ 2,60) durante muito tempo, o índice será maior. Mas se cair no Carnaval, o preço médio do mês deve permanecer o mesmo (R$ 2,42)”, explicou Sandro Silva. Outras tarifas que costumam ser reajustadas no início do ano - como transporte coletivo e o serviço de água e esgoto - ainda não o foram em Curitiba.

 
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